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Créditos da fotografia Fernanda Magalhães.

Obrigada por ter tomado 2 anos da minha vida. Obrigada por ter me acordado em tempo. Obrigada por não usufruir mais da minha companhia, alegria, sorrisos, carinhos, corpo e alma. Obrigada por me fazer entrar em contato com meus monstros e conseguir dialogar com eles. Obrigada por me apresentar a frieza e a falta de empatia e ainda sem entender, saber que esses sentimentos existem mesmo. Obrigada por me

  Confissões embaraçadas de uma quinta-feira acelerada... O encadeamento dos acontecimentos, a circularidade da vida, as respostas que não chegam, a relatividade do tempo, o

Créditos da fotografia: Fernanda Magalhães

  Bom dia, bom dia! A manhã acordou cinza, mas meu coração tá azul. Esses dias tem chovido bastante no cerrado. Aproveitei o final de semana e vim ficar uns dias aqui na fazenda. Amo esse cheirinho de terra molhada, as plantas, arvores, todas com uma beleza sutil cheia de fertilidade. Consigo ver a sensualidade delas se insinuando uma para as outras A ultima vez que estive aqui foi em 2015 minha

(Créditos da fotografia: Pinterest)

Quantas vezes amamos em uma vida? Uma? Duas? Três? Infinitas vezes? Não sabemos ao certo. Apenas amamos. Entrega doação, partilha. Fomos feito para o amor. Enlouquecemos, juramos amar para sempre, arrancamos os cabelos de ciúmes, ligamos 24 hr por dia, mandamos mensagens, declaramos eu te amo a cada segundo ( e se o dia tivesse mais horas, essas horas caberiam exclusivamente àquele amor). A vida gira em

17342642_10210061577270999_170364064280505681_nEra uma tarde comum quando seu celular tocou. Aquele número bem conhecido, mesmo não estando mais na agenda há

Fernanda transmite coisas que normalmente não vemos, porque ela tem o dom de pegar um sentimento ou um estado de espirito e assinalar todas suas variantes. Mas isso não e só um talento nato, o fundo de experiencia de vida moldou a personalidade desta mulher incrível. Esta sensibilidade incomum a fez produzir textos que ajudam a conceber nossas vidas. Parece que ela deseja entender tudo, qualquer coisa e qualquer pessoa. Nanda sempre diz mais do que aparentemente diz. Seus olhos de

Nunca fui de esperar nada de ninguém. No geral são sempre as pessoas que estão esperando algo de mim. Nunca fui de criar expectativas, salvo alguns deslizes, daqueles que você quebra a cara pra nunca mais.  Sempre fui muito pá-pum. Deu? Deu. Não deu? Amém. Nunca fui fã de entrar em disputas nem picuinhas. Esse lance de "ser invejada" nunca fez meu tipo; nunca me colocou medo. Não tenho medo se a inveja tem “sono leve”, se o olho é de sapo ou de boi, e mania de perseguição

Dar ou não dar, eis a questão. Você tá na porta da sua casa, acabou de voltar muito bem acompanhada da balada. Vocês estão num amasso nervoso dentro do carro, você está morrendo de tesão mas ao mesmo tempo presa em seu conflito interno se chama o cara para entrar e terminar o que começaram, ou se segue os sete mandamentos de como conquistar um cara em dez passos e deixa o convite para depois do quarto encontro, porque “fazendo assim ele não vai me achar uma vadia, não é

Tem dessas. Tudo é passado. Ontem, hoje, amanhã... A condição sempre foi única. Tudo vai. Temos alma e coração em profunda resiliência. Hematomas somem, feridas cicatrizam, fraturas se refazem. E dentro, perpetuamos o só. Foi sempre assim. Sempre será. É egoismo querer ser dois, porque o um se exalta, se completa, se contempla. E a necessidade de ser além sempre fica para trás, porque tudo é passado. Somos corações jogando na retranca, rezando piamente para

https://www.youtube.com/watch?v=XAbsN9K-5mE   Toda minha vida pautada em amores que tive ou gostaria de ter. Falando sobre os que tive, também não tenho muito que dizer. Amei e fui muito bem amada. Mas foi um amor, um único amor que veio, cruzou minha vida, tocou minha alma e ficou marcado em minha pele. Todos nós carregamos conosco uma história. Aquela que só nos atrevemos a lembrar, quando durante a noite no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio

16508003_10209719222352340_8755800157441759198_n   Não é por mal, nem por vontade aliás. Mas talvez instinto. Como aquele leão bravio que recolhe a pata depois de

Deixa pra lá Que de nada adianta esse papo de agora não dá. Que eu te quero é agora e não posso nem vou te esperar, Que esse lance de um tempo nunca funcionou Pra nós dois. Sempre que der Mande um sinal de vida de onde estiver dessa vez Qualquer coisa que faça eu pensar que você está bem, Ou deitada nos braços de um outro qualquer Que é melhor Do que sofrer De saudade de mim como eu tô de você Pode crer, Que essa dor eu não quero pra ninguém no

Ele parecia não compreender. Fora ele sempre o responsável pelo fim dos relacionamentos, mas não desta vez, não desta vez. Ela não o enganou, foi sempre clara, mas ao que parece ele não acreditou nas palavras dela. Ela nunca se apaixonou por ele, coisa que a vaidade dele não deixou ele perceber. Para que você se apaixone por alguém é necessário que algo do outro receba algo que é seu. Ele não possuía esse "algo", essa coisa que nos faz "linkar" nas pessoas. Nascera com uma

Eu fui uma menina muito bagunceira, tinhosa mesmo, aprontava muito, me divertia muito também. Da minha infância trago as marcas nos joelhos, memórias de muitas aventuras, amizades que me acompanham, algumas vítimas de mordidas, escaladas em janelas, fugas de vizinhos e muita alegria. Me diverti muito na infância, é de lá que vem esse gosto pela liberdade e essa capacidade de não me preocupar muito com o que os outros vão pensar. Porque já naquela época, por aprontar tanto eu

 

Texto e fotografia: Biatriz .
Parecia que eu estava amarrada. Pés e mãos. No meio do meu corpo, bem no centro, um pouco abaixo do umbigo, uma dor insuportável. Como se alguém forçasse a retirada de um órgão ou coisa parecida lá de dentro. Eu sentia as mãos desconhecidas puxando o meu centro de energia. Eu não gritava, apenas chorava de olhos fechados. Sabia que já passava das onze da manhã, mas continuava deitada na

Texto e fotografia: Biatriz .
Ambos temos uma cicatriz no joelho direito. Não que sejamos companheiros, longe disso, eu mal o conheço. Algumas letras, a fama imunda e o desejo latente. Esse foi o resumo apresentado do poeta. Lógico que ainda há o cheiro característico de boemia, a prepotência intrigante de escritor, o mistério dos olhos pretos. Mas o que mais me fascina não é o frasco, nem o

Foto: Fernanda Magalhães. Cronulla Beach, New South Wales, Australia
    Comecei bem. Entre amigos, risadas, idéias imbecis, riscos de morte e etc.

Conheci

Créditos da fotografia: Fernanda Magalhães

Olha, eu achei que já nem era mais capaz...Que dentro de mim tudo estava acabado e não havia mais espaço ou condição. Por que havia sido um longo caminho aquele o de recompor  o contorno do meu coração já tão machucado. Mas então você veio e me abraçou e foi um daqueles abraços quentes, ternos e delicados e você me beijo sem pressa, sem drama, sem jogos ou cenas e tocou meu coração lá no

Créditos da fotografia: Everton Behenck
O amor dos dois nasceu condenado. Impedimentos, distâncias,

Vou guardar os teus soluços mais delicados Teus olhos e teus casacos de fio Vou guardar os teus sorrisos apaixonados Teu jeitinho de me fazer sorrir, mesmo quando só faz frio Vou guardar os teus cabelos tão bagunçados À noitinha antes da gente ir dormir Vou guardar tuas vitórias e os teus pecados E as histórias que eu gostava de ouvir Naquelas tardes de sol, nas manhãs de sol E eu vou guardar tuas manias e os teus errados Teus trejeitos e as covinhas ao rir Vou guardar os